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Por que o movimento antivacina não tem um pingo de sentido

9 de julho de 2018 Notícias

Reflexões e argumentos para demolir um fenômeno sem base científica, mas que se populariza por aí e ameaça as conquistas da vacinação

Você consegue imaginar um mundo sem vacinas? Pois essa realidade não é tão antiga assim. Vamos voltar no tempo, lá para o início do século 20. Naquela época, uma em cada cinco crianças morria de alguma doença infecciosa antes de completar 5 anos de idade.

Hoje parece que a gente não faz ideia de quão cruéis eram essas moléstias. E mal podemos imaginar a dor de perder nossos filhos para enfermidades que atualmente são passíveis de prevenção por meio de imunizantes. Quem é que morre de sarampo ou caxumba hoje em dia?

Graças às vacinas, doenças terríveis e altamente contagiosas foram quase erradicadas. Algumas, como a varíola, de fato sumiram do mapa.

Como explicar, então, que existam grupos professando religiosamente um movimento contra a vacinação? Como entender que temos por aí famílias que deliberadamente escolhem NÃO vacinar seus filhos contra males potencialmente letais e capazes de deixar sequelas? Pois é, o movimento antivacina vem crescendo no mundo todo, inclusive no Brasil. Justo em nosso país, que sempre foi exemplo internacional de um modelo de vacinação pública.


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